Ministério da Educação compra livros para escolas públicas
O Ministério da Educação contratou a Nexus Produções Artísticas para fornecer livros. O valor do contrato é de R$ 1,6 milhão.
Atos do DOU, Câmara, Senado, Banco Central, TCU, ANVISA e outros — em linguagem simples.
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O Ministério da Educação contratou a Nexus Produções Artísticas para fornecer livros. O valor do contrato é de R$ 1,6 milhão.
O Ministério da Educação contratou a Red Balloon SA para fornecer livros. O contrato visa atender estudantes e professores de escolas públicas.
O Instituto Federal do Amazonas abriu licitação para contratar serviços terceirizados. Serão contratados motoristas e pessoal de apoio predial.
O Instituto Federal do Espírito Santo contratou Nathan de Oliveira Valim como professor substituto. O contrato vai de agosto de 2026 a fevereiro de 2027.
A Yaffo Comercial Ltda foi suspensa pelo Banco do Brasil. A empresa não poderá participar de licitações ou contratar com o banco por dois anos.
O Instituto Federal de Minas Gerais contratou uma empresa para fornecer refeições aos alunos. O contrato é válido por um ano e custa R$ 314.820,00.
O Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes abriu licitação para comprar produtos de saúde. A medida visa atender às necessidades do hospital por 12 meses.
Hospital de Clínicas de Porto Alegre lança licitação para exames de sequenciamento do exoma. Propostas serão abertas em agosto de 2026.
A UFMS busca contratar agência para gerenciar viagens. Propostas serão recebidas a partir de 4 de agosto de 2026.
A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro abriu licitação para compra de papel higiênico e toalha. A licitação visa garantir o estoque desses materiais para uso futuro.
Jeová Batista de Paiva foi impedido de contratar com o governo até 2027. A decisão foi do Estado do Rio Grande do Norte.
Lúcio Heleno de Almeida foi impedido de firmar contratos com o poder público. A decisão foi do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
A Prefeitura de Ubiratã suspendeu a empresa Graciele Gimenes - Arquitetura. A punição é por não cumprir contrato e vale até 2027.
Luiz Carlos de Menezes Póvoa foi impedido de firmar contratos com o governo. A decisão foi do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Antônio José Borges foi impedido de fazer contratos com o governo por 10 anos. A decisão foi tomada pela 4ª Vara Federal de Uberaba devido a improbidade administrativa.
João Bosco Cavalcante foi impedido de firmar contratos com o governo por cinco anos. A decisão foi tomada pela 8ª Vara Federal de Sousa/PB devido a improbidade administrativa.
A Átomo Energy Manutenção Ltda foi impedida de firmar contratos com o governo. A decisão foi tomada pela Superintendência Regional do DNIT em Santa Catarina.
O Banco Central reduziu a taxa SELIC e o dólar comercial subiu. Medidas afetam juros e preços.
A Anatel puniu a empresa R7 Facilities com impedimento de contratar com o governo. A sanção vale de 2025 a 2027.
A Boni Distribuidora de Produtos de Limpeza foi proibida de firmar contratos com o governo. A sanção foi aplicada pelo Comando do Exército.